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Saúde Juvenil

O início da vida sexual

O hímen



A virgindade

Associado à primeira vez, surge o conceito de virgindade que pode ter várias interpretações. Se, para uns, ser virgem significa nunca ter tido um contacto sexual, para outros, significa nunca ter tido uma relação com penetração; outros ainda, atribuem o rompimento do hímen à perda da virgindade. Não existe uma definição consensual do que é a virgindade. 

O significado mais comum atribuído ao conceito de virgindade tem a ver com a prática sexual, em que existe a penetração do pénis na vagina que rompe o hímen. O hímen é uma membrana de pele muito fina que existe um pouco depois da entrada da vagina. As características do hímen diferem de mulher para mulher, e por essa razão, alguns hímenes rompem logo nas primeiras relações sexuais e provocam um sangramento, enquanto outros, por serem mais flexíveis, alargam e não sangram. Há casos de mulheres que nascem sem esta membrana e, em algumas situações, pode haver complicações (muito raras) em que o hímen não tem orifício. Nestes casos, o médico realiza uma pequena intervenção cirúrgica, para que o hímen fique com uma pequena abertura para a menstruação e/ou para romper posteriormente.

A primeira vez

A verdade sobre alguns mitos:

  • O tampão não tira a virgindade;

  • Quem se masturba não deixa de ser virgem, mesmo que a masturbação seja a dois;

  • Se a mulher não sangrar na primeira relação sexual não significa que ela não é virgem.   


O corpo não se altera quando se inicia a vida sexual. É possível que haja uma sensação diferente pela experiência em si, que implica o desenvolvimento da maturidade.

A primeira relação sexual não implica necessariamente dor. Os mitos acerca do rompimento do hímen, da penetração, são passados de boca em boca, de geração em geração. A precipitação, a falta de confiança, o medo ou a ansiedade podem fazer com que os músculos da vagina fiquem mais contraídos e que a lubrificação seja menor.

Não existe uma idade, uma hora ou um espaço indicado ou aconselhado. Cada pessoa decide qual o momento certo. Tudo depende de sentimentos, segurança, sentido de responsabilidade, maturidade física e afetiva.

Existem, no entanto, alguns aspetos que podem ajudar a decisão:

  • Deve haver comunicação de ambas as partes para que seja uma decisão tomada por mútua vontade; 

  • Conhecimento sobre os vários métodos contracetivos e prevenção de IST (infeções sexualmente transmissíveis);

  • Escolher os métodos contraceptivos mais adequados a cada pessoa e relação.

Atualizado em: 19/02/2020

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